A Primavera é quando ninguém mais espera
Chega de tentar dizer o que eu não sei. Muita calma nesta hora!, vou acabar ficando louco. Você tem matéria que me encanta como poucos - mesmo sabendo da missa a metade. Tinha lá dentro de mim um algum de você, coisa mais engraçada, coisa de ressonância. Talvez coisa mesmo entre centauros. Enfim. Vibrou demais, já reforcei a ponte. Me encantam (e me confundem) os espelhos que se refletem ao infinito, os labirintos, e o queu não sinto.
Gosto de deixar meu começos pro fim, vai parecer queu desisto fácil. Talvez até. Ando fugido. Até 30 de setembro eu nem existo e depois sumiço, fazer o que? O tempo não dá mais tempo, o que fizemos com o tempo? Derrubar o tabuleiro, trapacear, tergiversar? Centauro eu não fosse, centauro seria de qualquer jeito. Minha seta apontada pros proprios cascos. Meu rei por um pouco de descanso. Noites queu não durmo sem saber onde é a cama.

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